Ah, a escola…

Dickens traduzido por José Paulo Paes (aquele marxista-concretista safado!) é melhor que tudo que eu li no colégio, menos Memórias Póstumas de Brás Cubas.

E pensar que, na literatura inglesa, Dickens era só um Jorge Amado!

Êta lugarzinho “atrasado”, esse Brasilzão. (As aspas são porque eu não sou progressista!)

Tenho uma solução para o ensino básico e médio. Troquemos “O Cortiço” pelo “Germinal” de Zola; “A Moreninha” por “Mulheres Apaixonadas” de D.H. Lawrence; “Macunaíma” por “Retrato do Artista Quando Jovem”. E assim por diante! Rá. Recuso-me a falar de “Iracema” e “O Guarani”. Esses não dá nem pra trocar por nada.

Lição: literatura estrangeira, mesmo traduzida, ainda é melhor que brasileira. E não falo só do conteúdo não. Até a forma ainda fica melhor.

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