As menininhas

Vejam isso (lá no fim da página). E isso! São as menininhas. Elas são fofas e eu e a Henriqueta cheiramos elas sempre que possível!

Hmm. Ouvi dizer que um homem que usa o adjetivo “fofo” é suspeito.

Ontem vi uns playboys de bermuda florida nadando na piscina do meu prédio. Eles são muito machos, apesar das bermudas floridas.

Então, por que eu não posso falar “fofo”?

Fofo, fofo, fofo, fo-foooo!!

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Working shit

Tudo bem. Todo mundo já falou isso. Mas, you know, é como uma declaração de princípios da qual eu também tenho que participar. Então, lá vai:

O trabalho não dignifica.

Tem uma voz dentro de mim que anda dizendo que talvez dignifique um pouquinho. Mas ainda não consegui indentificar se é uma voz do bem ou do mal. Acho que o mais provável é que eu ande confundindo dinheiro com dignidade. É mais ou menos assim: não depender de ninguém dignifica. Ganhar seu próprio dinheiro é uma forma de não depender de ninguém. Hmm. Ou não. Há milhões de outras formas de dependência… Pode-se concluir que o trabalho é uma forma materialista de independência. É a liberdade do consumista. Mas, como não posso negar que eu seja um pouco consumista, talvez seja esta a origem da tal voz dentro de mim.

Em todo caso, como princípio geral, continua valendo o declarado. O trabalho não dignifica. Mesmo que dignifique um pouquinho, precisamos manter sempre em mente o contrário, sob pena de escravidão voluntária. Há certas idéias que precisam ser sempre tidas em mente (que frase horrível! Vou reelaborá-la…). Há certas idéias que se devem sempre ter em mente. Como a de individualidade, por exemplo.

E tenho dito!