Os outros, pássaros. Eu, passarinho.

O sujeito não tinha criatividade direito, mas tinha um blogue. Escrevia umas frases pequenas e pretensiosas e dizia que eram posts. Certo dia pensou: legal escrever frases curtas! Por que não restringir minha vida a isso? Então criou o Twitter – mais ou menos como fez o Picasso quando descobriu as máscaras africanas (exceto, talvez, pela coisa da criatividade, ou não).

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