De monges e santos

São muito comuns os casos de comportamento mundano entre os monges de uma congregação cristã. Isso aconteceu em vários monastérios ao longo da história do cristianismo. Ao contrário do que se pode pensar, não se trata de algo que manche a biografia de nenhum santo que tenha sido membro, fundador ou “diretor” de uma ordem ou de um convento, mas antes uma demonstração cabal da impiedade do ser humano. Os ortodoxos orientais freqüentemente usam esses exemplos como argumento a favor dos santos, pois demonstram a peculiaridade destes, que é a de manterem-se puros em um mundo cheio de gente ímpia até mesmo dentro da Igreja. Sobre este tema, entre outros (mormente o dos “loucos em Cristo”), vejam este lindo filme russo:

 

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