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Archive for January, 2015

Meu pai tem quase 88 anos. Ontem, ele me fez uma pergunta que eu repassaria a um CEO, se conhecesse algum:

“Evandro, seu computador também fica constantemente lhe convidando para fazer coisas?”

As tais coisas são as atualizações, autorizações, instalações que nos perturbam no dia a dia. Isso, porque ele é usuário de Mac. Tentamos o Windows, certa vez, com ele e a minha mãe. Foi inviável, por causa dos problemas infinitos com vírus e prevenções de segurança.

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Depois de uns anos aventurando-me nos mares agitados dos investimentos, eis-me aqui de volta à ilha da tradução, onde quase literalmente naufraguei! Ó, editoras sempre decadentes deste meu país coitado, contratem-me por favor!

Passou a emoção. Hmpf!

Na foto acima, encontram-se reunidos alguns dos livros que eu traduzi. Estou-os juntando para compor uma lista, que até hoje não fiz. Vejamos.

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Cult sobre Foucault

“- Saiu uma Cult sobre Foucault, sabia?”

“- Legal”

Ouvi esse comentário ontem na Livraria Cultura. Um jovenzinho supunha ser novidade esta que deve ser a vigésima edição sobre Foucault da tal revista, cujas linhas tantas vezes percorri com meus ávidos olhos de universitário incauto, lá nos idos de 1998.

Essas revistas vivem da sucessão das gerações de leitores. Repetem eternamente as mesmas matérias, os mesmos temas, as mesmas “discussões” – assim mesmo entre aspas, visto que discussão não há nenhuma, apenas consenso, ideologia e histeria social. É de dar dó.

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Continuo lendo o livro “Ponerologia”. Estou cotejando a leitura de certos trechos devido aos muitos problemas da tradução. E o mais engraçado é que, na edição americana, o livro foi todo comentado por uma notória malucona esotérico-esquerdista para quem o conceito de “patocracia” a que o autor se refere aplica-se a um suposto domínio do conservadorismo americano à la George Bush sobre os EUA e o mundo.

Ou seja, o sujeito escreve um livro sobre a patocracia, baseado em sua experiência com o regime soviético. Aí vem uma ocidental doidona, claramente vitimada pela mesma patologia que ele está definindo no livro, e edita o próprio livro, divulgando-o nos EUA, mas já devidamente comentado em notas de rodapé que aplicam a teoria ao pólo oposto da sociedade.

A sorte é que a honestidade está ainda tão arraigada nos americanos, que a mulher relega sua interferência às notas de rodapé, sem alterar o texto. Se fosse no Brasil, um Emir Sader qualquer traduziria toda a obra, invertendo o sentido dos trechos e deturpando tudo, como aconteceu com aquele livro do Alain Besançon sobre o nazismo.

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Uma pessoa

Uma das coisas mais tristes que existem é uma pessoa incapaz de acreditar na sinceridade dos outros. Conheço uma pessoa assim. Ela simplesmente não acredita que alguém possa estar falando a verdade. Seu critério de “avaliação” da veracidade de um testemunho é se este lhe parece lógico ou condiz com suas idéias corruptas da natureza humana.

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Neste vídeo aí embaixo, o entrevistado (Pe. Kramer) diz que, em uma visita oficial em 2013, Vladimir Putin perguntou ao Papa Francisco sobre a consagração da Rússia e este respondeu: “Não vamos conversar sobre Fátima.” Isso pôs fim à conversa sobre o assunto. Mas dentro do Vaticano, um funcionário do serviço de inteligência russo, conversando com o Cardeal Ravasi em frente a uma estátua de Nossa Senhora de Fátima, ouviu dele esta frase: “Nós vamos destruir Fátima.”

Com base nisso, o Pe. Kramer, mencionando a profecia de Pio X sobre o perigo da “religião mundial” (o ecumenismo, que destruirá a Igreja), conclui que atualmente o que leva a Igreja a não consagrar a Rússia não é mais o temor de ferir susceptibilidades, mas um projeto maçônico de destruir mesmo a Igreja por dentro.

O Pe. Kramer diz que, na época dessa visita do Putin, ele estava hospedado ali perto, na Piazza Risorgimento, e que essas informações lhe foram passadas por fontes dele no Vaticano.

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