Aparição (quase) inexplicável

Na qualidade de escritor insignificante de Facebook, escrevo um post linkando um vídeo em que três figurões conversam sobre a intelectualidade de direita no Brasil. O post tem exatas 17 curtidas. Mesmo assim, um deles, editor famosíssimo, aparece nos comentários meio ofendido com o que eu possa ter insinuado a seu respeito e tenho de lhe explicar, aos trancos e barrancos, o que eu quis dizer, antes que ele saia correndo por falta de tempo.

Como explicar sua aparição? Ah, decerto os dedo-duros, bajuladores de Internet, smeagles de inbox, prontamente lhe enviaram o link do meu post, ansiosos por uma “treta” gratuita.

O Brasil não precisa de censura, já tem os brasileiros.

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Eternas novidades

O que o Martim diz em 01:42:47 é uma das coisas mais importantes do mundo e que, convenhamos, POUQUÍSSIMA gente na “nova direita” faz.

Claro, não deveria ser nenhuma novidade para alunos do Olavo; é só mais uma daquelas idéias copiadas do grande mestre. Termina, porém, fazendo as vezes do “novo”, ao menos no sentido de que é algo que todos já ouviram, mas quase ninguém botou em prática.

 

Ah, o Bukowski!

Claro, como pude me esquecer do Charles Bukowski, no post anterior? Pode parecer pouco edificante ter como influência alguém como ele, mas conheci poucos autores mais sinceros, até hoje, que aquele velho safado. E para piorar, ou melhorar, ainda foi usuário de Macintosh no fim da vida. Deve ter sido um dos únicos usuários heterossexuais que a Apple já teve, fora eu.

Quinze autores

Está bem, vou listar os 15 autores. Mas não vou marcar ninguém.
Alguns deles incluo só por causa de uma obra, então coloco-a entre parênteses.
As regras: Não demorar muito para pensar sobre isso. Quinze autores que influenciaram você e que sempre ficarão com você. E marque depois 15 amigos, incluindo aquele que te convidou, para que veja sua lista.
1 – Olavo de Carvalho
2 – Patrick Süskind (O Perfume)
3 – Gabriel García Márquez (Cem Anos de Solidão)
4 – Dostoiévski (principalmente “Crime e Castigo”)
5 – Simone de Beauvoir (Todos os homens são mortais)
6 – Vergílio Ferreira
7 – Marcel Proust
8 – Stefan Zweig (Mendel dos livros)
9 – Manuel Bandeira
10 – René Guénon (principalmente por “A crise do mundo moderno”)
11 – Philip Roth (Pastoral Americana)
12 – C. S. Lewis
13 – Eric Voegelin
14 – Aldous Huxley (A ilha)
15 – Gustavo Corção (Lições de abismo)