Cabeça de gelatina

É comovente como, do dia para a noite, LITERALMENTE, os jornalistas passaram a referir-se a uma tal “cultura do estupro” com uma naturalidade quase infantil. Nada de novo, mas essas coisas são tão surreais – a maleabilidade, praticamente gelatinidade mental do homem moderno – que não canso de me admirar.