Sim ou não

As cinco perguntas de tipo “sim ou não” que os cardeais fizeram ao Papa, principalmente a segunda, de tom quase irônico, são um verdadeiro tapa na cara do Vaticano II e sua linguagem repleta de “possibilidades hermenêuticas”:

1) Se adúlteros podem receber a Sagrada Comunhão.
2) Se existem normas morais absolutas que se devem seguir “sem exceções”.
3) Se o adultério como hábito é uma “situação objetiva de incursão habitual em pecado grave”.
4) Se as “circunstâncias ou intenções” podem transformar um ato intrinsecamente mau em um ato bom “do ponto de vista subjetivo”.
5) Se, com base nos ditames de sua “consciência”, um indivíduo pode contrariar “normas morais que proíbem atos intrinsecamente maus”, quando estas são de conhecimento geral das pessoas.

[Tradução minha]

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